i feel like changing my phone number. 

i feel like not talking to any of my friends anymore… and forever.

i feel like being alone by yourself is better than feeling alone along people.

i feel like i hate all of my friends, even tho i know i love them.

i wish everyone the best. i wish happinness and beautiful lifes and lovers. i wish you your dream work. i wish you all you can have from this world… i just don’t wish to be part of your lives anymore. thanks for all the laughs, but i dont think i can keep laughing with you guys. i don’t fit anymore,i feel used. i feel like im not loved enough and no one should feel this way around their friends.

friends…

something is wrong.

i don’t belong anymore.

see you on the moon then

she wanted to shook hands.

she said: i don’t really have nothing to say. strange. i thought for so long i had a lot of things to say to you, but i really don’t.

he says something. she doesn’t really hear him, but in her mind she thinks so. she thought he said: bla bla bla.

she laughs. a calm laugh, she’s not making fun of him, or being ironic, or wanting him to think something… nothing like that, she’s pure laughing. 

she’s calm.

it doesn’t bother her anymore.

lull

it doesn’t matter anymore.

lull

she smiles at him. truely. she smiles a true smile, for the very first time.

lull

he may still talking.

she feels like laughing more. god. she will laugh about it. 

right now…

right

now

lull.

SHE HAS A HEART.

as pessoas sempre dizem um montão de besteiras sobre o amor. eu quero é que o amor se foda! nada te faz sentir mais daora do que estar com raiva e com ódio do mundo. 

na outra vida.

e é verdade que a gente sempre machuca quem mais a gente ama. e é verdade também que eu deveria ganhar um troféu por profissionalismo. é sempre sem querer e é sempre também quando meus banhos ficam mais longos e quentes, o que não nunca muda nada, a não ser meu cabelo que fica feio. to só falando… e tudo bem, diz pra todo mundo que eu sou a pior pessoa que você já conheceu, que é minha culpa, que sou esquisita, que você não entende, que cansou e que nem bonita sou. tudo bem, de verdade, pode dizer, eu concordo com você. e eu nem sei se faria algo diferente… a culpa é minha e eu não faria nada diferente. pode colocar nas minhas costas todas as suas mágoas, eu não me importo, tenho as costas larga. e carrego tudo comigo, junto pelas ruas aí, junto pro banho. eu sinto muito. não quero ser desculpada, quero só que saiba que sinto muito por isso. eu SINTO muito por tudo isso. eu canso as pessoas, e sei exatamente quando deixo de ser “a garotinha legal” pra ser ” a garotinha que me incomoda”. só me deixa aqui sozinha. eu vim sozinha, eu vou sozinha. e na outra vida, eu faço as coisas direito, prometo.

e tudo mais.

mas também queria casar com você, e ter nossos filhos, como imaginei. e nossa casa, como imaginei, e escutar nossas músicas… como imaginei. e brigar e cozinha e acordar e dormir e ver tv e tudo mais. como imaginei.

como mamãe & família.

no final das contas, acho que o sonho da minha vida é casar com um alemão nerdão, que ninguém acha bonito, que fala baixinho, rápido e quase nada. que seja chato como todo alemão, que só use camisas bem passadas como meu querido tio, que seja cheio de manias e bravezas, como titio também, e tão alto e absurdamente braquinho como mamãe e família. que tenha pintinhas nas costas e alguns lugares do pescoço, e que ganhe novas pintinhas todas vez que toma dois segundinhos de sol. que use protetor 50 em todo o corpo, nas orelhas também, e que tenha olhos azuis bem azuis… como mamãe e família. que goste de cachorros, mas sem frescuras, animal é animal e gente é gente. que beba cerveja, muita muita muita muita cerveja, e não fique bêbado nunca, até beber muito muito muito muito mais, e aí ficar sorrindinho. que me dê filhos fantasminhas, que só brincariam com brinquedos de madeira e que me chamariam de “muttich”, como chamo mamãe. que dirija muito bem, que seja muito muito inteligente, como minha muttich é, e que não pareça tão divertido assim, apesar de ser. que não diga eu te amo sempre, porque não é certo ficar falando essas coisas, mas que passe a vida inteira do meu lado, cuidando de mim, cuidado dos nossos filhos, que dê tudo de si pra gente, caladinho, sem abraçar, sem se declarar, sem grandes demonstrações de afeto, ficando sem graça toda vez que precisa publicamente carinhoso… mas que não deixe nunca dúvida nenhuma de que pra amar alguém a gente não precisa dizer nada, nada nada mesmo, só precisa amar de verdade… como mamãe e familia. 

pra você, garth:

quando você sentar lá e pensar, quando eu sentar do seu lado e pensar, e quando a gente der risada… não vai ser disso aqui não, não vai ser dessas pessoas, não vai ser desses sentimentos, não vai ser não. quando a gente conversar até de madrugada e ficar com medo de ser assaltado, quando a gente decidir ir pra sua casa e chegar lá e você fizer a dancinha que sempre me faz rir, quando a gente ligar a tv e assistir um reality show sobre um restaurante de batatas ou quando a gente encontrar um rato na piscina… disso sim. quando você for até sua varanda olhar lá pra baixo, quando eu parar do seu lado e você colocar smiths e começar a falar de todos os foras que já levou de tantas garotas enquanto eu falo que nunca me apaixonei de verdade (mentira). quando o seu cigarro me fizer ficar tonta e o vinho barato me fizer dar risada alto… quando eu lembrar da vez que brigamos e você não falou comigo, e eu não falei com você, e fiquei muito brava, mas esqueci de quão brava estava no momento em que você imitou o silvio santos fazendo um strip tease… disso sim! quando a gente lembrar da cinemateca, eu bebada te falando sobre a vez que a gente fez o que fez naquela festa onde as pessoas ficaram peladas. lu, por favor, as pessoas ficaram PELADAS naquela festa. DISSO, com certeza! quando a gente lembrar do carnaval que a gente não lembra, quando você me perguntar pela milésima vez como quebrei o vidro de passageiro do meu carro e eu não responder, só der risada. quando um cara de capacete estiver dirigindo um uno 1000 na madrugada de são paulo, quando eu disser “to com saudade” e você responder “rafa, vamô enchê a cara?”. quando eu disser que gostava da sua pancinha e quando você fizer cara feia porque não te contei algo ou te escondi uma informação idiota que você acha, por algum motivo, importantíssima. (lu, porque você sempre acha informações banais importantes?) quando eu usar sua camiseta da vans pra entrar na piscina, quando você falar pra um amigo que se eu continuar fazendo algo, você vai me pegar (lu, o que eu tava fazendo que fez você falar isso?). quando eu ficar com ciumes de meninas chamadas fernandas, quando eu te bater de amor e te beslicar e você reclamar com “aiai”. quando você tocar you’re just a baby, do belle & sebastian, no seu violão no seu quarto só porque eu não tomo vergonha na cara e coloco mais músicas no pendrive do carro. quando a gente ficar tão chapado na casa do nosso amigo e você dormir torto no sofá e eu encolhida num colchão. quando você ficar esquisitinho, com papos sobre as estrelas e me perguntar sobre o nosso signo. quando a gente sentar no seu sofá, com preguiça durante a tarde toda, e eu mandar um foda-se pro professor de edição, que tá lá na globo me esperando e… deixa esperar! quando você me levar num show de uma banda de washington e salvar, naquela noite, a minha vida com aquelas músicas, quando você for meu gps com seu iphone, quando você me mandar mensagem de madrugada no celular dizendo “rafa, nunca mais me deixa vir em uma balada, ok?” ou “rafa, parei de beber e comer. to gordo!”, ou “rafa, responde rapido! corto ou não o dread?”… disso também! quando eu te entregar escondida sua blusa na esquina, para sua namorada não ver, pra ela não ficar com ciumes de mim e quando eu disser que a gente vai casar porque vou te pedir em casamento se nada der certo na minha vida, e você vai dizer que sim, porque disse que se nada der certo na sua vida, a gente casa mesmo. (e aí todo mundo vai dizer que sempre soube que a gente ficaria junto, porque todo mundo acha mesmo que você e eu somos um casal ou que a gente é apaixonado um pelo outro… e que “se dane-se”, né? a gente sabe que nunca foi nada disso). 

e então quando você sentar lá e pensar, quando eu sentar do seu lado e pensar… a gente vai rir, vai sentar no veredas e vai rir sim, de novo, igual sempre, igual Lucy e Garth naquele filme tosco com uma equipe de merda que também fez a gente rir por muito tempo.
e ó, irmãozinho, não é que o amor que sinto por você é mesmo feito de bolo, hambúrguer e brigadeiro vegan? ♥

to the landsman.

we are never going to sleep again if the seal don’t sing. the sea can take me home, where i belong, but if the fisherman doesn’t find the right waves and sail the right boat, then im going there and never coming back. im not telling you i’m a mermaid, i’m telling you i belong there and if you can swim, then you can belong there too. i can cry seven tears, i can walk seven steps, i can go through seven seas, sing seven songs and be here for seven years, but not forever, not forever… 

não é nada.

ah, eles são sim os melhores churros do mundo, irmãozinho. você vai ver, se provar, vai lembrar que como esses aqui… hum-hum, não tem igual não. fecha os olhos, vai, fecha. em dois segundos você tá na praia, tá na av. paulista. e o nosso pote de doces é saquinho de bala, é risada que nunca entendi e sempre ri junto. 

querida sobrinha,

eu nunca deveria ter te contado sobre os arco iris, sobre como não podemos nunca passar por debaixo deles ou sobre como é mentira que no final encontraremos um pote de ouro. eu nunca deveria ter dito isso. nunca, nunca. você deve saber, após esses anos que somos amigas, que não é o tipo de coisa que digo, nunca serei a primeira a desacreditar em fantasias. não, nunca serei. de qualquer modo, naquele dia, sofrendo de um “adultismo” que não é meu, lhe disse algo que nem eu acredito direito. fico feliz, no entanto, que não tenha acreditado em mim. devo confessar que acho que era isso que eu esperava de você. sim, esperava mesmo que você fizesse o que fez, que corresse o seu maximo (como o flexa, lembra?) até se cansar e então olhasse para trás, para mim, parada feita uma adulta tonta que não sabe de nada e dissesse “o problema dos arco iris, tia, não é que não conseguimos passar por debaixo deles… o problema é que eles correm muito mais rápido que nós”.